Artista plástico + Coletivo Mata Adentro

Ponto de Equilíbrio

Encerrou dia 14 de novembro 2010 a mostra Ponto de Equilíbrio no Instituto Tomie Ohtake em São Paulo. 

“As grandes instalações de Rodrigo Bueno poderiam ser revisitações em chave contemporânea dos penetráveis de Hélio Oiticica. Deles, recuperam e atualizam a euforia participativa, e principalmente, um autêntico engajamento ecológico (no sentido amplo, social, que o termo carrega) capaz de transcender o momento efêmero da exposição para fazer-se mensagem – quase um manifesto de uma visão do mundo que o artista encarna de maneira apaixonada. Aqui nessa floresta que contudo, quase paradoxalmente, se revela surpreendentemente geométrica, o observador é convidado a parar e refletir, se quiser sobre a artificialidade da natureza  e a natureza do artificial.”  Agnaldo Farias e Jacopo Crivelli Visconti  são curadores

Sem eira nem beira é nome da instalação criada pelo ateliê Mata Adentro para a mostra coletiva Ponto de Equilíbrio

Utilizando refugos da cidade foi criado um diálogo de paradoxos com a arquitetura do espaço expositivo. Um bosque urbano parece surgir do interior do maciço concreto em composições suspensas ou fragilmente apoiadas. Plantas e água sugerem um recomeço, enquanto a crueza dos materiais fala de memória e identidade.

De 21 de setembro a 14 de novembro

Ponto de Equilíbrio
Curadoria : Agnaldo Farias e Jacopo Crivelli Visconti

Mostra Coletiva com artistas que atuam desde a década de 1970

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A tensão entre estabilidade e movimento é o tema da exposição Ponto de Equilíbrio, que reunirá obras de 35 artistas no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, a partir do próximo dia 20. Dentre os participantes, estão nomes importantes da arte contemporânea brasileira, como Tunga, Waltercio Caldas, Nelson Felix e Iran do Espírito Santo. A mostra tem curadoria de Agnaldo Farias e Jacopo Crivelli.

Segundo os curadores, o equilíbrio atingido pelas obras da exposição precisa ser constantemente renegociado, conquistado e discutido. “Trata-se, enfim, de um equilíbrio instável, expressão que, exatamente por ser um oxímoro, resume bastante bem a situação de tensão, talvez até de paradoxo, que a exposição quer identificar”, afirmam.

Além dos já citados, participam da mostra Afonso Tostes, Amália Giacomini, Ana Paula Oliveira, André Komatsu, Angelo Venosa, Cadu, Caetano de Almeida, Caetano Dias, Carmela Gross, Cláudio Mubarac, Delson Uchoa, Detanico e Lain, Eduardo Climachauska, Inaê Coutinho, José Bechara, José Damasceno, Karin Lambrecht, Laura Vinci, Lia Chaia, Marcelo Moscheta, Marcos Chaves, Mauro Restiffe, Maxim Malhado, Milton Marques, Monica Nador, Nicolas Robbio, Raul Mourão, Rodrigo Bueno, Sergio Sister e Tony Camargo.

A exposição ficará em cartaz até 14 de novembro.
O Instituto Tomie Ohtake fica na Avenida Faria Lima, 201, e o horário de visitação é de terça a domingo, das 11h às 20h.

A entrada é franca.
Uhu!


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